sábado, 18 de agosto de 2018

"Homossexualidade" na história

                         "Homossexualidade" na história

                                                                                                    Carla Graciele Santos                                                                                                     Iandra Sutero                                                                                                    Maria Eduarda Medeiros
 O que muitas pessoas veem hoje como estranho, na Idade Antiga era perfeitamente normal. A relação entre indivíduos do mesmo sexo na Grécia Antiga  por exemplo, não havia uma denominação para a política (como hoje existe o termo “homoafetividade”), visto que não existia uma distinção para os que se relacionavam com o sexo oposto ou mesmo sexo.
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  Disponível:http://www.acervofilosofico.com/apologia-de-socrates-xenofonte/
Filósofo Sócrates tinha práticas homossexuais com seus alunos

 Na Grécia, o envolvimento entre iguais era encarado com uma finalidade educativa. Em Antenas, os filósofos se relacionavam sexualmente com os seus aprendizes, sobre o consentimento dos pais, para que estes possuíssem maior afinidade afetiva e intelectual.               
  Na Mesopotâmia, o Código de Hamurabi, um conjunto de leis antigas e importante para compreender a história dos povos, há registros que o vínculo entre pessoas do mesmo sexo era reconhecido e aceitado.
Com a adesão do cristianismo pelo imperador romano Constantino, e posteriormente a religião como obrigatória no império, Disseminou-se não só em Roma, mas em outros territórios, uma vez que Roma era influente, a relação sexual como apenas uma forma de procriação e a homossexualidade vista de forma “errada” pela população. Com a propagação de tal comportamento como inconvenientes, foram criadas leis que proibiam a conduta homossexual, como a formulada pelo imperador Justiniano, na qual seria aplicada até mesmo pena de morte para o indivíduo que burlasse a nova regra.




 

Disponível em:História do Mundo...........................................................................................1

No século XX, a lobotomia cerebral passou a ser usada como uma tentativa de se livrar do hábito, que começou a ser visto como uma doença. O neurocirurgião que desenvolveu o processo, Egas Moniz, chegou até mesmo a ganhar o Prêmio Nobel da Medicina .  Atualmente,a técnica cirúrgica foi substituída por medicamentos ou psicoterapia. A lobotomia pode ser usada, por exemplo, para extrair tumores. Entretanto, a retirada de uma área do cérebro pode afetar as funções relacionadas com ela. 
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 Disponível em: http://fatosocultos.com.br/psicocirurgia-passado-presente-e-futuro/


















Disponível em:

https://super.abril.com.br/saude/o-que-e-lobotomia/     e Aventuras na história







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