quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Como os gatos influenciaram na maior epidemia da Idade Média?



                                                                         Alexandre Vitorino
                                                                                Marcos Júnior
                                                                                                                Yan Douglas                                                            

  No decorrer dos nossos estudos de história, na Idade Média, vimos que a Europa enfrentou muitos problemas, sendo um desses a peste negra.
  No decorrer do século XIV, durante a baixa Idade Média, a Europa enfrentou a peste negra, sendo responsável por matar um terço ou ,segundo outra estimativa, metade da população do continente naquela época. O continente europeu não apresentava um “padrão muito higiênico”, na época, tendo em vista que o lixo era largado nas ruas; a água não apresentava nenhum tratamento e o contato com os animais nas cidades medievais era muito próximo, pois se encontrava facilmente ratos transitando pelas ruas e em noites muito frias era comum colocar uma ovelha ou cabra na cama para esquentar o individuo. O animal transmissor dessa doença eram pulgas que vinham dos navios mercadantes e picavam os animais que eram contaminados com a bactéria responsável por essa doença, tornando os ratos um dos maiores animais infectados e responsáveis por espalhar o patógeno, pois era o animal em maior quantidade naquele período.
  O que seria uma boa solução para os problemas envolvendo os ratos eram os gatos, porém um decreto papal na época foi responsável pela morte em massa da população de gatos na Europa. O decreto foi feito pelo papa da época que afirmava que os gatos eram a encarnação do demônio na forma de animal, principalmente os de coloração preta, sendo o fator responsável pela reprodução em massa dos ratos e, consequentemente, a reprodução em larga escala da doença.
  

http://site.amigonaosecompra.com.br/conheca-aqui-de-onde-vem-o-azar-do-gato-preto/

http://www.historiadetudo.com/peste-negra

Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/banir-gatos/
http://nossosamigosfelinos.blogspot.com/2012/08/a-igreja-contra-os-gatos-entenda-porque.html?m=1


Como expulsar um governante do seu governo

Autores: Gledson Lopes
Douglas Brito 
Hévila Victória 

domingo, 19 de agosto de 2018

Os cemitérios na Idade Média



Autores: Louise Lopes, Luisa Teixeira e Victor Gabriel.
     A peste bubônica, ou a peste negra, como foi chamada pela população, ocorreu no período da Idade Média e devastou a sociedade europeia. A doença bacteriana é transmitida por pulgas de ratos infectadas pela bactéria Yersiniapestis. A falta de higiene e a precariedade das cidades e vilas medievais foram fatores importantes para a proliferação de ratos. Além disso, a época foi importante para o comércio Euroasiático, provavelmente a causa da chegada de ratos chineses nas embarcações. Segundo a historiadora brasileira Vera Machline, em apenas quatro anos a Europa foi totalmente devastada pela praga.
“Em 1351, a peste já tinha varrido toda a Europa e estima-se que tenha matado, em apenas quatro anos, cerca de 25 milhões de pessoas – o equivalente a quase um terço da população europeia na época” (MACHLINE, V. 1995, p. 58).


Entre os túmulos, jovens formavam alegres e ruidosas rodas de
dança/Farândola, ilustração de manuscrito, autor desconhecido,
século XI.
       Mesmo em meio ao caos, os cemitérios da época não eram lugares sombrios e misteriosos como são tratados na atualidade. Lá a população procurava se divertir com os amigos ou com a família e também servia de espaço para exercer a cidadania, pois os juízes comunicavam sentenças (equivalente aos prefeitos darem publicidade aos seus feitos). O “cartório a céu aberto” sofria com a falta de higiene, já que havia acúmulo de corpos devido aos grandes mortos da Grande Peste.

“As necrópoles já foram um bom lugar para morar, namorar, jogar bola, dançar, comer, beber e fazer compras. A vida social entre túmulos chegou a tal nível de efervescência que a Igreja passou a legislar sobre o uso do espaço.” (VISSIÈRE, S. 2009).

Joana d´Arc foi julgada num cemitério,
 em sessão pública/ Joana D’arc na fogueira,
 pintura, E. Lenepveu, 1889, Panteão de Paris, França
       Os cemitérios tinham o poder de atrair pessoas da cidade e acabou tendo como principal função a religiosa. No mesmo local em que se enterravam os defuntos, os vivos escutavam as palavras dos padres e recebiam o sacramento. As cerimônias aconteciam nos cemitérios, pois as igrejas da época eram muito pequenas e não comportavam a grande massa de fiéis frequente, e, além disso, a Igreja achava que a pregação em meio aos mortos gerava uma maior comoção à população, lembrando o vivo a sua aterrorizante natureza mortal além de leva-los ao arrependimento.
      O cemitério realmente se tornou algo a mais da finalidade original quando comerciantes começaram a instalar suas vendas nesses locais. Lá eram comuns comércios de açougueiros, de lojas e tabernas. Os comerciantes apoiavam a localização, pois eram isentos de impostos e o local era bastante movimentado.




Bibliografia consultada:
MACHLINE, V.; MONTEIRO, L.; PIRES, J. Forma e Ciência. 1 ed. São Paulo: Educ, 1995.
VISSIÈRE, S. Os animados cemitérios medievais. 67 ed. São Paulo:Duetto Editorial, 2009.
Disponível em:
https://fotolog.com/fifield/45619685
www.historianovest.blogspot.com/2009/05/os-animados-cemiterios-medievais

sábado, 18 de agosto de 2018

As mulheres no contexto da Segunda Guerra Mundial.






                            As mulheres no contexto da Segunda Guerra Mundial.

  Camille Maia Freire 
Marina Medeiros de Azevedo   
Patrícia Monteiro de Araújo

  Antes da eclosão da guerra, em 1939, grande parte das mulheres exerciam seu papel de mãe e dona de casa, ao passo que seus maridos trabalhavam para prover seus lares. No entanto, com o recrutamento dos homens para a guerra, elas tiveram que suprir a necessidade da força de trabalho que outrora eles assumiram. Nesse contexto, as fábricas foram ocupadas pelas mulheres, que agora passariam a não apenas cuidar dos filhos, mas a serem desde operárias até pilotas de avião, por exemplo.
Enfermeiras brasileiras na guerra.
http://www.portalfeb.com.br/relacao-nominal-da
s-enfermeiras-da-forca-expedicionaria-brasileira/

As mulheres lutaram, trabalharam como enfermeiras, pilotaram aviões, animaram as tropas, infiltraram-se clandestinamente para informar seus companheiros acerca do combate e aprenderam a construir barcos e tanques. Além disso, suportaram todas as atrocidades cometidas na guerra: campos da morte, incêndios de bombardeios e a arma fundamental: a bomba nuclear.
(Autor desconhecido)



Já na União Soviética, elas ocuparam um papel ainda mais importante: franco-atiradoras recrutadas para matar os inimigos a distância. A pesquisadora russa Lyuba Vinogradova pesquisou a fundo a cerca disso. 
A franco-atiradora Lyudmila Pavlichenko, 
uma das mais famosas da história.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-43325133
As franco-atiradoras, que obrigaram milhares de soldados alemães a rastejar, foram treinadas como seus colegas homens e sofreram como eles os rigores de uma guerra selvagem, aos quais foram acrescentadas penúrias específicas como ter suas tranças cortadas, não dispor de roupas e calçados adequados, de instalações sanitárias específicas ou das medidas de higiene que requerem. A menstruação era um aborrecimento quando se estava caçando nazistas.
                              (Vinogradova,1973)
     
   No Brasil, as mulheres também puderam colaborar para a situação vigente. Segundo o Portal FEB, 73 enfermeiras brasileiras atuaram oficialmente durante a Segunda Guerra.
 No entanto, vale ressaltar que embora todas as mulheres supracitadas tenham sido importantes naquele momento, a grande maioria seguiu sendo desvalorizadas e colocadas em posição inferior a masculina, tudo isso fruto de uma sociedade machista e patriarcal, a qual encontra resquícios até os dias hodiernos.
                          
                Disponível em:
                https://www.bbc.com/portuguese/geral-43325133
http://www.portalfeb.com.br/relacao-nominal-das-enfermeiras-da-forca-expedicionaria-brasileira
https://seuhistory.com/hoje-na-historia/participacao-das-mulheres-na-ii-guerra-mundial
https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/21/internacional/1508538803_215725.html




                        

Os dois lados das drogas na segunda guerra mundial


                                                          
                                                                          Marcelo Augusto
                                                                                                      Bruna Lays

Desde os primórdios o consumo de drogas vem sendo presenciado, para os mais diversos fins, dentre eles: medicinais, religiosos, como também por apenas sensações psicodélicas. Os mais derivados tipos de drogas mostram aspectos negativos em grande parte, mas em alguns momentos da existência humana os derivados produtos das drogas podem ter favorecido positivamente para o homem, principalmente em meados da segunda guerra mundial.

                                           Disponível em: www.smokebuddies.com.br/maconha-nos-estados-unidos/


   
Disponível em:pt.wikipedia.org/wiki/Cânhamo


Nesta época fumar um cigarro de maconha era coisa do outro mundo, porém na Segunda Guerra Mundial a erva passou a ser aliada das Forças Armadas norte-americanas, e o cultivo de Cannabis(maconha) saiu da ilegalidade por um breve período. Aproximadamente no ano de 1942 o departamento de Agricultura dos Estados Unidos deu uma missão aos fazendeiros do país: plantar Cannabis. A erva seria bastante útil. Pois a fibra de cânhamo, derivada da Cannabis, era usada na fabricação de cordas e mangueiras usadas por bombeiros. A Cannabis também era matéria-prima das solas de sapatos de soldados e dos paraquedas usados pelas tropas. Contudo a matéria prima retirada dessa substancia ilícita favoreceu positivamente ao exército norte-americano da época.




Disponível em: The plaid zebra;
   

Mas nem sempre foi assim, no outro lado da moeda a Alemanha teve uma representação significante. Os nazistas eram totalmente contra a utilização de drogas por fins de uma melhor saúde da nação. Porem quando se tratou de uma guerra relâmpago, uma estratégia alemã para neutralizar os ataques dos países inimigos, eles não tiveram duvida alguma ao dopar seus soldados com exorbitantes doses de drogas em geral. Conhecidos popularmente como os “soldados de Hitler” recebiam anfetaminas, cocaína entre várias outras substancias ilícitas com o objetivo de despertar a fúria dos soldados diante os conflitos. Porem gerou bastantes efeitos colaterais como a perda dos padrões morais de comportamento e uma enorme quantidade de soldados altamente viciados, gerando assim vários aspectos negativos


                                                                                     



                                                                                                  Disponivel em: The Plaid Zebra





Referências:
aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/guerras/cannabis-na-guerra.phtml

acervosegundaguerra.blogspot.com/2011/11/soldados-hitler-movidos-drogas-soldados.html

theplaidzebra.com/apparently-hitler-made-the-nazis-get-high-as-fuck-on-crystal-meth-before-battle



Fontes bibliográfica:


Livro História Bizarra da Segunda Guerra Mundial, Otavio Cohen, Editora Planeta


ROBINSON, ROWAN. O Grande Livro da Cannabis. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.





                                                     


                                                                                              

"Homossexualidade" na história

                         "Homossexualidade" na história

                                                                                                    Carla Graciele Santos                                                                                                     Iandra Sutero                                                                                                    Maria Eduarda Medeiros
 O que muitas pessoas veem hoje como estranho, na Idade Antiga era perfeitamente normal. A relação entre indivíduos do mesmo sexo na Grécia Antiga  por exemplo, não havia uma denominação para a política (como hoje existe o termo “homoafetividade”), visto que não existia uma distinção para os que se relacionavam com o sexo oposto ou mesmo sexo.
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  Disponível:http://www.acervofilosofico.com/apologia-de-socrates-xenofonte/
Filósofo Sócrates tinha práticas homossexuais com seus alunos

 Na Grécia, o envolvimento entre iguais era encarado com uma finalidade educativa. Em Antenas, os filósofos se relacionavam sexualmente com os seus aprendizes, sobre o consentimento dos pais, para que estes possuíssem maior afinidade afetiva e intelectual.               
  Na Mesopotâmia, o Código de Hamurabi, um conjunto de leis antigas e importante para compreender a história dos povos, há registros que o vínculo entre pessoas do mesmo sexo era reconhecido e aceitado.
Com a adesão do cristianismo pelo imperador romano Constantino, e posteriormente a religião como obrigatória no império, Disseminou-se não só em Roma, mas em outros territórios, uma vez que Roma era influente, a relação sexual como apenas uma forma de procriação e a homossexualidade vista de forma “errada” pela população. Com a propagação de tal comportamento como inconvenientes, foram criadas leis que proibiam a conduta homossexual, como a formulada pelo imperador Justiniano, na qual seria aplicada até mesmo pena de morte para o indivíduo que burlasse a nova regra.




 

Disponível em:História do Mundo...........................................................................................1

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

A economia na Idade Média.

Camilo Brito
Lucas Pereira
Pedro Vitor
https://idademedia.wordpress.com/
2012/04/01/a-vida-rural/
     Diante do enfraquecimento do Império Romano, consequência das invasões bárbaras, houve, na Europa, um processo de ruralização e descentralização política, de forma que os nobres detentores de latifúndios, juntamente com a classe pobre, estruturaram reinos improvisados e autossuficientes os quais objetivavam a sobrevivência de seus constituintes, dando início a Idade Média. Nesse contexto, a economia europeia sofreu um atrofiamento, tendo em vista a fragmentação política do território, a atividade agrícola como norteadora, o comércio amonetário e a influência religiosa, a qual definia a busca pelo lucro e acúmulo de riquezas como tangenciais à moral cristã.

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https://www.mvcblog.com.br/2016/10/
10-coisas-que-eram-comuns-na-idade-media/
     A priori, nota-se que a descentralização política ocorrida na Idade Média influenciou diretamente na regressão sistemática econômica do período. De acordo com o filósofo Aristóteles, a política deve ser utilizada para alcançar o equilíbrio na sociedade. No entanto, tal estabilidade era corrompida na realidade medieval, pois cada reino apresentava sua própria organização política e, frequentemente, haviam disparidades em suas leis, o que gerava um ambiente de instabilidade e disputas, impedindo a possibilidade de relações comerciais efetivas. Dessa forma, as conjunturas feudais eram organizadas para se manterem isoladamente, de modo que produziam todos os artigos necessários à subsistência, comercializando-os localmente por escambo (troca de mercadorias ou serviços sem o uso de moeda).

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https://cinemahistoriaeducacao.wordpress
.com/cinema-e-historia/idade-media/
     Outrossim, a base econômica desse período era a agricultura e em meio a ineficiência das técnicas produtivas, conjuntamente à fertilidade do território europeu e à demanda populacional, a economia feudal foi restringida à subsistência. Em geral, a agricultura medieval apresentava um desempenho produtivo baixo, resultante da má qualidade das sementes, da limitação dos instrumentos e da técnica de rotatividade de terras (medida em que os lotes de plantação eram revezados para evitar o desgaste do solo), e tudo isso comprometia as trocas comerciais, pois não havia quantidades consideráveis de excedentes capazes de alavancar a economia. Além disso, muitos feudos estavam em terras pouco férteis e tal fato complementava a baixa produtividade e a restrição ao sustento familiar.


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https://maringapost.com.br/ahduvido/
como-era-uma-cidade-medieval/
     
     Ademais, outro fator que limitara a evolução na Idade Média foi o mecanismo comercial da época, o qual era basicamente amonetário. Naquele tempo, a aquisição de mercadorias, de serviços, o pagamento de impostos quase não era feito a partir de moeda, de maneira que os indivíduos trocavam seus próprios produtos ou serviços para tal aquisição, prática conhecida como escambo. Diante disso, observa-se que nos conjuntos feudais, a ausência efetiva de moeda comprometia a acumulação de riquezas nos reinos e o consequente desenvolvimento nas suas economias.


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 http://www.historiadetudo.com/igreja-na-idade-media    
     É evidente diante do exposto, portanto, que a economia medieval era pouco estimulada e isso se deve também a forte influência religiosa. Intrinsecamente, a Igreja Católica foi uma organização essencial para a Idade Média, de forma que em um ambiente conflituoso, de invasões e disputas, de pobreza e miséria, a Igreja apresentava-se, por meio da fé, como uma luz para aqueles sujeitos, os quais almejavam uma melhor condição de vida através de Deus. Entretanto, para alcançar tal condição, as pessoas deveriam seguir os dogmas católicos e esses condenavam a ambição de acumular riquezas e o comércio como maneira de ascensão social. Logo, percebe-se como a economia era diretamente afetada, pois era errado, diante de Deus, a valorização dos bens materiais e a busca por adquirir mais, e o comércio era utilizado de modo justo, se você produz um pão, o valor daquele pão não deve ser acima do que o seu material e trabalho custou.

    Referências:
      Disponível em:
    <https://www.suapesquisa.com/idademedia/baixa_idade_media.htm>. Acesso em: 12 ago. 2018
    <https://escolakids.uol.com.br/renascimento-comercial-e-urbano.htm>.Acesso em: 12 ago.2018
    <http://www.economiaeadministracao.com.br/idademedia.php>. Acesso em: 12 ago.2018
    <https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia> Acesso em: 12 ago.2018
 <http://www.miniweb.com.br/historia/artigos/i_media/cidades_comercio.html>. Acesso em:12 ago.2018
    <http://economia.culturamix.com/moedas/historia-economia>. Acesso em: 12 ago.2018

Condição feminina no século XIX

Isabele Lopes
Lívia Heloísa
    A vida das mulheres no século XIX era resumida em aprender regras de etiqueta, debutar na sociedade, casar-se e cuidar de sua prole (era necessário dar herdeiros ao seu marido, principalmente se o mesmo possuísse títulos e propriedades). Ou seja, não havia espaço para o sexo feminino ter a liberdade de escolher seu futuro.
    Desde a infância, as pequenas damas seguem normas rígidas de educação. Aprendem a ler, escrever e fazer contas, tem aulas de música e desenho, aprendem a dançar, tricotar, e estudam línguas estrangeiras como francês e italiano.
    As mulheres seguiam à risca um padrão que determinava quais estilos de vestidos deveriam ser usados em ocasiões específicas como bailes, caminhadas e até mesmo para cavalgar. Os modelitos eram extremamente desconfortáveis, muitas vezes causando desmaio por causa do número excessivo de peças (podendo pesar até 15 quilos) e das altas temperaturas do verão.
    Os débuts eram conhecidos como o evento de primeira aparição das damas solteiras aristocráticas, onde seriam  apresentadas à sociedade. As famílias mais nobres investiam em vestidos e sapatos para mostrar que suas filhas eram bons partidos para casar.   
    Era esperado de uma dama que, durante uma conversa com cavalheiros, assuntos como política e religião não fossem discutidos, pois a mulher era vista como uma figura frágil e pura. Ademais, não era apropriado que mulheres jovens e solteiras conversassem com homens sem uma acompanhante.
    Era esperado de uma dama que, durante uma conversa com cavalheiros, assuntos como política e religião não fossem discutidos, pois a mulher era vista como uma figura frágil e pura. Ademais, não era apropriado que mulheres jovens e solteiras conversassem com homens sem uma acompanhante.
    Para realizar um bom casamento, haviam algumas exigências que a jovem mulher deveria cumprir e a principal delas era o dote, determinada quantia em dinheiro ou terras que o pai da noiva oferecia e era transmitida para o noivo. Como esposa, a mulher ficava responsável pela administração das tarefas domésticas e contratação de empregados. Além disso, precisava prestar apoio, conforto e lealdade ao marido, como também gerar e criar seus filhos.
    Neste tempo, o divórcio raramente era permitido a elas. Para obtê-lo na Inglaterra, por exemplo, um homem só precisaria mostrar que a esposa havia lhe traído. Uma mulher, porém, teria que provar que seu companheiro havia agravado a infidelidade mantendo relações com animais, cometendo incesto ou alguma outra conduta imperdoável.






quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A importância da mulher no Antigo Egito: Camponesas, Rainhas e Divinas

Autores: Gledson Lopes
Douglas Brito
Hévila Victória 


Costumadamente arcaico, as mulheres, em toda trajetória humanitária, tiveram seus direitos retirados e foram brutalmente excluídas de suas vontades e ambições. Eram vistas como seres inferiores aos homens e, inúmeras vezes, estavam no mesmo patamar dos escravos. Porém, será que em todas as sociedades o papel da mulher sempre foi esse? Submissão e atrofiamento de seu pensamento? Na sociedade egípcia a realidade era bem diferente. De início, a sociedade era considerada matriarcal, ou seja, a mulher seria a gestora da família. Além disso, os egípcios eram governados por grandes faraós considerados deuses vivos, filhos de deuses ou emissários de suas vontades.

Ø  As Camponesas
A maioria das mulheres era camponesa e trabalhavam ao lado de seus maridos, eram conhecidas por terem uma “lábia” para negócio, pois conseguiam formar fazendas ou “empresas” na ausência dos seus maridos e filhos, tendo como objetivo a fabricação de perfumes, tecelagens, cerveja e pão. Além de serem responsáveis pela colheita e o abastecimento hídrico em sua residência.


Ø As Rainhas, destaque pra a Rainha que foi Rei (Hatshepsut)
Em destaque, houve um governo bastante promissor (por volta de 22 anos) de um faraó chamado
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Hatshepsut.jpg
Hatshepsut. Porém, esse governante, por incrível que pareça, era uma mulher super legitimada e vangloriada pela sociedade. Com este governo longevo, a referida proporcionou constante acrescência econômica para o império, expansão da agricultura e do poderio político para outras regiões vizinhas, além de levar ao Egito um dos momentos de maior desenvolvimento interno (com a construção de obras públicas) e externo (mantendo as fronteiras estáveis e as relações políticas com os territórios conquistados do mesmo modo). Este poder imensurável somente pôde ser conquistado devido a esperteza de Hatshepsut. Com a morte de seu pai (até então faraó), ela se casou a morte de seu pai (até então faraó), ela se casou com seu meio irmão. Este morreu após poucos anos e deixou um herdeiro muito jovem, fruto de um relacionamento com uma concubina. Foi ali em que ela utilizou de sua inteligência para saber o momento certo e como fazê-lo engajar. Hatshepsut foi usando aos poucos do poder para não causar uma estranheza imediata, mas também não deixar que outros tomassem sua conquista. Por fim, ela conseguiu se tornar uma mulher dona de um dos governos egípcios mais promissores, mãe e educadora de seu filho que posteriormente viria a ser faraó (estando sendo ensinado desde bebê para isso). Sem dúvidas, Hatshepsut pode ser considerada um símbolo da importância feminina na política e em todos os setores, sendo personagem considerável que podemos citar na busca por igualdade de gênero, de direitos e na busca incessante por uma humanidade mais justa e harmônica. 

  
Conhecendo mais da vida de Hatshepsut, link: https://youtu.be/KV1jW7Co-lE

Ø Divinas
http://www.ocultura.org.br/index.php/%C3%8Dsis
A imagem da mulher tinha um significado. Existia uma grande abundância de divindades na mitologia  egípcia. Em que, as mulheres e a sua imagem foram frequentemente comparadas com a vida e fertilidade. Como no caso a deusa Isis, que foi associada há vários princípios: como protetora feminina, mãe-criadora e desenvolvedora da vida. Tendo relação com os princípios da vida e da morte. Havendo uma conquista feminina, pois não era qualquer indivíduo que tinha chance de se tornar um sacerdote, pois tinha que haver uma conquista de honra para conseguir esse cargo, ocasionando um alto nível de respeito e admiração por parte da sociedade e do faraó. Essas mulheres eram conhecidas como “Divinas Adoradoras de Amon” (Amon era o Deus criador), em que participavam ativamente dos rituais.


Referências:

sábado, 11 de agosto de 2018

Quem nós somos?

 Quem nós somos?        

Historiosidade : a história além dos livros


        Com o intuito de melhorar o aprendizado e fixar as diversas facetas da história o professor caicoense Veranilson em conjuntura com a terceira série do Ensino Médio da escola Educandário Santa Teresinha realizaram um projeto para dar gênese à um novo blog sobre história no ano de 2018
        No entanto, o site abrange muito mais que apenas a história ensinada ao ocidente e nas salas de aulas das escolas brasileiras, ele engloba os detalhes e as curiosidades de todo um contexto histórico em análise, trazendo sempre a veracidade e compromisso para com o leitor do blog. 
        Desse modo, o nome 'Historiosidade' foi escolhido por nós, desenvolvedores do site, com a intenção de fundir a curiosidade e a história e formar um site que incentive o ludismo, formação social, discernimento artístico e que reafirme a verdadeira história do mundo.